Senador classifica medida do STF como “perseguição injusta” e diz que movimento só vai crescer
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (4/8) que a ordem de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não vai enfraquecer o bolsonarismo. Pelo contrário, segundo ele, o movimento sairá ainda mais fortalecido da atual crise política.
— O Matogrossense (@o_matogrossense) August 5, 2025
“Essa perseguição injusta não vai acabar com o bolsonarismo. Vai é fortalecer ainda mais o presidente Jair Bolsonaro”, declarou o senador durante entrevista a veículos de imprensa.
Parlamentar diz que povo reconhece injustiças e continuará nas ruas
Flávio afirmou que a sociedade brasileira está atenta ao que considera abusos de poder e decisões desproporcionais. Para ele, a tentativa de isolar Bolsonaro politicamente, por meio de medidas judiciais, tem efeito contrário. “O povo vê o que está acontecendo. O sentimento nas ruas é de revolta e resistência.”
O senador reforçou que Bolsonaro permanece como liderança incontestável da direita e que o apoio popular ao ex-presidente se mantém firme, mesmo com ações judiciais que tentam “desgastá-lo moralmente”.
“Não é uma decisão monocrática que vai calar milhões”, diz Flávio
Ao comentar a ordem de prisão, Flávio Bolsonaro criticou o que considera autoritarismo dentro das instituições e alertou que o país vive um momento delicado, em que é necessário defender as garantias democráticas.
“Não é uma caneta ou uma decisão monocrática que vai calar milhões de brasileiros”, afirmou. Ele também sinalizou que novos atos públicos devem ocorrer nos próximos dias em apoio ao ex-presidente.
Perguntas e Respostas
Perguntas frequentes
Sim. Ele classificou a decisão de prisão domiciliar como parte de uma perseguição injusta contra Jair Bolsonaro.
Não. Ele afirmou que a perseguição só reforça o movimento e aumenta o apoio ao ex-presidente.
Ele disse que o povo está atento e continuará nas ruas, defendendo Bolsonaro e a liberdade democrática.


