A Polícia Civil prendeu, na tarde desta terça-feira (23), um homem de 27 anos investigado pelo crime de estupro de vulnerável em Rondonópolis. O suspeito, que trabalhava como motorista de transporte coletivo, foi localizado na região central da cidade após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis.
Investigação começou após denúncia
As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Rondonópolis. Segundo a Polícia Civil, o caso chegou ao conhecimento das autoridades após a comunicação de que uma adolescente de 12 anos teria sido vítima de abuso sexual em março deste ano.
Conforme as apurações, o investigado mantinha contato com a vítima por meio das redes sociais. Além disso, ele teria se aproveitado da condição de vulnerabilidade da adolescente para praticar os abusos em mais de uma ocasião.
Ação rápida reuniu provas
Após receber as informações, equipes da DEDM iniciaram imediatamente as diligências para reunir elementos de prova e fundamentar o pedido de prisão preventiva. Em seguida, a autoridade policial representou pela medida cautelar, que foi deferida pelo Poder Judiciário.
Com a decisão judicial em mãos, os policiais localizaram o suspeito na região central de Rondonópolis. Logo depois, a equipe efetuou a prisão e encaminhou o investigado à delegacia para os procedimentos legais cabíveis.
Denúncias fortalecem proteção às vítimas
O delegado Vinicius Prezoto destacou que a rápida atuação da equipe foi decisiva para garantir a adoção das medidas necessárias à proteção da vítima e à responsabilização do investigado.
Segundo ele, o trabalho reforça o compromisso institucional da Polícia Civil no combate aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes. Além disso, o delegado ressaltou a importância da denúncia e da comunicação imediata de situações de violência sexual.
Prezoto também lembrou que denúncias podem ser feitas de forma segura e sigilosa nas unidades policiais ou pelos canais oficiais de atendimento. A comunicação rápida dos fatos, segundo ele, contribui para uma resposta mais ágil das autoridades e fortalece a rede de proteção destinada às vítimas.

