A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, abriu nesta terça-feira o Seminário da Justiça Eleitoral sobre Segurança, Comunicação e Desinformação. Durante a abertura, ela destacou o dever constitucional de garantir a integridade do processo eleitoral de 2026. Segundo a ministra, a desinformação exige vigilância constante, assim como o uso da inteligência artificial. Ela afirmou que a Justiça Eleitoral precisa assegurar transparência tecnológica para identificar manipulações sem ferir a liberdade de expressão.
Desafios para as Eleições de 2026
Ao abordar os riscos, a magistrada avaliou que a dúvida corrói as bases do processo democrático. Por isso, defendeu medidas preventivas, planejamento institucional e cooperação entre órgãos públicos. Segundo ela, a Justiça Eleitoral deve agir antes que conteúdos enganosos ganhem escala e comprometam a confiança do eleitorado. Além disso, a ministra ressaltou que a tecnologia exige responsabilidade, critérios claros e fiscalização permanente.
Segurança, comunicação e integridade institucional
Promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral, o seminário reúne especialistas, autoridades e representantes institucionais para estimular intercâmbio técnico e estratégico. O encontro discute segurança do sistema eleitoral, combate à desinformação e estratégias de comunicação pública. O objetivo central é fortalecer práticas que protejam o voto e ampliem a confiança social no processo eleitoral. Com isso, o TSE busca alinhar instituições diante dos desafios digitais contemporâneos.
Medidas preventivas e confiança pública:
Perguntas frequentes
O evento debate segurança eleitoral e combate à desinformação para 2026.
A desinformação e o uso inadequado da tecnologia.
Fortalecer a confiança no processo eleitoral com medidas preventivas e transparência institucional contínua.

