Menos de 2,5% da população enfrenta risco nutricional grave, mas insegurança alimentar ainda atinge milhões
O Brasil deixou oficialmente o Mapa da Fome da ONU, segundo novo relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). O índice de subnutrição caiu para menos de 2,5% da população, o que atende ao critério técnico para a retirada do país da lista. A mudança representa um marco após anos de retrocesso e alerta internacional.
— O Matogrossense (@o_matogrossense) August 2, 2025
Governo retoma políticas de combate à fome e fortalece programas sociais
Nos últimos dois anos, o governo federal reviu e reativou políticas públicas de combate à pobreza extrema e insegurança alimentar. Entre as principais ações, destacam-se a ampliação do Bolsa Família, a criação de estoques públicos de alimentos e o fortalecimento da agricultura familiar. Também aumentaram os investimentos em merenda escolar e em programas de aquisição de alimentos diretamente de produtores locais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que tirar o Brasil do Mapa da Fome era uma de suas maiores prioridades. “Não é aceitável que um país que produz alimento para o mundo tenha seu povo passando fome”, declarou recentemente.
Insegurança alimentar ainda exige atenção
Apesar do avanço, especialistas alertam que a insegurança alimentar leve e moderada ainda afeta milhões de famílias. O custo de vida, o desemprego e a desigualdade regional mantêm desafios profundos. Dados de 2023 apontam que mais de 70 milhões de brasileiros convivem com algum nível de incerteza sobre o acesso regular à alimentação.
O relatório da ONU reconhece os esforços recentes do país, mas recomenda monitoramento constante e continuidade das políticas públicas para garantir que o Brasil não volte à lista nos próximos anos.
Perguntas e Respostas
Perguntas frequentes
Porque menos de 2,5% da população brasileira vive em situação de subnutrição, segundo critérios da FAO.
O governo ampliou programas sociais, apoiou a agricultura familiar e reforçou ações de segurança alimentar.
Não. Apesar do avanço, milhões ainda enfrentam insegurança alimentar leve ou moderada, exigindo atenção contínua.


