Retomada de programas sociais e fortalecimento da agricultura familiar foram decisivos para reverter o cenário
O Brasil deixou oficialmente o Mapa da Fome da ONU, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a conquista como uma vitória coletiva do povo brasileiro. Em declaração pública, Lula destacou que o resultado só foi possível porque o país priorizou o combate à fome com políticas públicas estruturadas e ação direta.
“Isso só foi possível porque houve prioridade, muito trabalho e políticas públicas construídas para isso. O país escolheu cuidar do seu povo”, afirmou o presidente neste sábado (2/8).
Programas sociais e ações estruturantes garantem segurança alimentar
Nos últimos dois anos, o governo federal reconstruiu programas sociais essenciais, como o novo Bolsa Família, além de retomar o apoio à agricultura familiar, ampliar os investimentos na alimentação escolar e incentivar a geração de emprego e renda.
Lula ressaltou que essas ações foram decisivas para tirar milhões de brasileiros da insegurança alimentar grave. “O Brasil provou que é possível vencer a fome com justiça e solidariedade”, afirmou. A redução da subnutrição para menos de 2,5% da população foi o critério técnico que permitiu a saída do país da lista da ONU.
Conquista histórica exige manutenção de políticas públicas
Apesar da conquista, o presidente alertou que ainda há muito a fazer. “Esse é um passo essencial para construir um país mais justo”, declarou. A permanência fora do Mapa da Fome depende da continuidade dos programas e da vigilância contra retrocessos, sobretudo em regiões mais vulneráveis.
A ONU reconheceu o avanço brasileiro e destacou o esforço coordenado entre governo federal, estados e municípios para garantir o direito à alimentação.
Perguntas e Respostas
Perguntas frequentes
Porque reduziu a taxa de subnutrição para menos de 2,5% da população, segundo critérios da ONU.
Retomou programas sociais, fortaleceu a agricultura familiar, investiu na alimentação escolar e incentivou o emprego.
Não. A insegurança alimentar ainda afeta milhões, e o governo precisa manter e ampliar as políticas públicas.


