Uma ação da equipe Raio 01 da Polícia Militar resultou na prisão de três homens no bairro Nova Conquista, em Cuiabá, na noite de quarta-feira (20). Dois foram flagrados com drogas e o terceiro, foragido da Justiça, tinha um mandado de prisão em aberto. Um dos suspeitos ainda tentou subornar os policiais, oferecendo um anel de ouro avaliado em cerca de R$ 7 mil.




Prisão e drogas apreendidas na abordagem
Durante a operação, policiais abordaram os suspeitos em frente à distribuidora Machado. Um dos homens, que usava tornozeleira eletrônica, tentou se livrar de um objeto, mas os agentes localizaram rapidamente nove porções de maconha. O segundo homem carregava dez porções de pasta base de cocaína no bolso e afirmou que havia “encontrado” o entorpecente.
Os policiais constataram que o terceiro indivíduo não portava drogas, mas tinha um mandado de prisão em aberto e figurava como foragido da Justiça.
Tentativa de suborno e histórico recente de prisão
O suspeito identificado como Gustavo tentou corromper um policial, oferecendo um anel de ouro avaliado em aproximadamente R$ 7 mil para evitar a prisão. Com isso, ele cometeu o crime de corrupção ativa, previsto no artigo 333 do Código Penal.
Além disso, Gustavo havia deixado a prisão há apenas 20 dias, após cumprir dois anos de pena por roubo de uma caminhonete. Curiosamente, a mesma equipe Raio 01 que o prendeu anteriormente foi responsável por sua nova detenção.
Procedimentos após a prisão
Os policiais algemaram os três homens no local e os conduziram para a Central de Flagrantes de Cuiabá. Nenhum dos detidos apresentava sinais de lesões corporais no momento da condução.
Com essa ação, a Polícia Militar reforçou o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado, ao mesmo tempo em que expôs os desafios enfrentados pelo sistema prisional e pela segurança pública em Cuiabá, capital mato-grossense.
Perguntas e respostas:
Perguntas frequentes
Corrupção ativa ocorre quando alguém oferece vantagem indevida a um agente público para obter benefício ilícito.
A tornozeleira eletrônica monitora a localização do suspeito, controlando sua liberdade condicional ou prisão domiciliar.
A reincidência indica falhas na ressocialização e contribui para o aumento da criminalidade, exigindo estratégias mais eficazes de prevenção.

