A investigação sobre a morte da professora de Direito Juliana Santiago ganhou um novo capítulo após o depoimento do suspeito preso pelo crime. O homem afirmou à polícia que a faca usada no ataque teria sido entregue pela própria vítima um dia antes do ocorrido. O crime aconteceu dentro de uma instituição de ensino superior particular em Porto Velho e segue sob apuração das autoridades, que mantêm diligências em andamento.
Segundo o relato apresentado, o objeto teria sido encontrado dentro de um recipiente com doce de amendoim recebido pelo suspeito. Além disso, ele mencionou que manteve um relacionamento anterior com a professora. Em seguida, afirmou que o ataque teria relação com um abalo emocional após perceber um afastamento por parte dela. A polícia registrou a versão no inquérito e iniciou a checagem das informações com base em provas técnicas e testemunhais.
Investigadores confrontam versão com evidências
Primeiramente, os investigadores analisam a coerência do depoimento e comparam a narrativa com laudos periciais e imagens. Em seguida, a equipe avalia a possibilidade de planejamento prévio. Dessa forma, os agentes buscam elementos que confirmem ou contradigam a versão apresentada. O objetivo é esclarecer a dinâmica dos fatos e definir responsabilidades com base em evidências concretas.
Crime em ambiente acadêmico gera impacto
O caso provocou forte repercussão no meio acadêmico. Por isso, alunos e funcionários relataram choque e preocupação com a segurança. A instituição colaborou com a investigação e reforçou protocolos internos. Ao mesmo tempo, a comunidade aguarda esclarecimentos sobre as circunstâncias do crime.
Diligências continuam em ritmo intenso
Atualmente, a Polícia Civil mantém a investigação ativa e coleta depoimentos de testemunhas. Além disso, peritos analisam objetos e registros digitais. Assim, a apuração avança com o objetivo de reconstruir a sequência dos acontecimentos e concluir o inquérito com precisão.
Perguntas e respostas:
Perguntas frequentes
Ele disse que recebeu a faca da vítima um dia antes.
Ainda não. Os agentes verificam a narrativa com provas.
Não. A investigação segue em andamento.

