Operação policial conecta investigação ao coração do Legislativo
A Polícia Civil prendeu Adriano Henrique Escame de Oliveira nesta sexta-feira durante a Operação Déjà Vu. A ação investiga fraudes cometidas contra a Procuradoria-Geral da Prefeitura de Cuiabá. Adriano atuou como assessor parlamentar da Câmara Municipal de Vereadores em 2025, o que ampliou imediatamente a repercussão do caso. Ele assumiu o cargo em maio daquele ano, por nomeação da então presidente da Casa, Paula Calil. Poucos meses depois, em agosto, a Câmara oficializou sua exoneração. Durante o período, Adriano trabalhou como assessor parlamentar externo no gabinete do vereador Marcrean Santos. Diante disso, a investigação passou a atrair maior atenção pública e política.
Inserção de dados falsos sustenta acusações graves
Segundo a Polícia Civil, Adriano participou diretamente da inserção de informações falsas em um sistema informatizado da administração municipal. Além disso, os investigadores apontam a prática de crimes como corrupção e associação criminosa. O esquema teria atuado de forma organizada e contínua, com foco em causar prejuízos à Procuradoria-Geral do Município. Dessa forma, a operação buscou interromper as ações ilegais e garantir a preservação de provas. Ao mesmo tempo, a apuração reforçou a necessidade de controle rigoroso sobre sistemas internos e fluxos administrativos da prefeitura.
Novas prisões ampliam o alcance do escândalo
Além de Adriano, a Polícia Civil prendeu Matheus Henrique do Nascimento Pereira, apontado como outro integrante do esquema. Enquanto isso, um terceiro suspeito segue foragido. Esse cenário fortalece a suspeita de que o grupo não agia de maneira isolada. Por isso, os investigadores avançam na identificação de outros possíveis envolvidos e no levantamento dos danos causados aos cofres públicos. Como consequência, o caso aumentou a pressão por medidas de transparência e responsabilização na gestão municipal. A investigação segue em andamento e deve trazer novos desdobramentos nos próximos meses.
Perguntas e respostas:
Perguntas frequentes
A Polícia Civil prendeu Adriano Henrique Escame de Oliveira e Matheus Henrique do Nascimento Pereira.
Ele atuou como assessor parlamentar externo em 2025.
Não. A polícia continua as investigações e procura outro suspeito.

