Mato Grosso fechou a colheita da segunda safra de milho 2024/25 com 55,1 milhões de toneladas, um aumento de 12,9% em relação à safra anterior. Esse marco coloca o estado como um dos maiores produtores de milho no Brasil e no mundo. O aumento da produção resulta de fatores favoráveis, como condições climáticas ideais e o uso de tecnologias agrícolas avançadas.

Crescimento na Área Plantada e o Impacto Climático
A área dedicada ao cultivo de milho também registrou crescimento, alcançando 7,28 milhões de hectares – um aumento de 3,3% em comparação com a safra passada. Esse aumento foi potencializado pela boa distribuição de chuvas ao longo do ciclo, que favoreceu o desenvolvimento das lavouras. O clima, aliado ao uso eficiente de práticas agrícolas, como o manejo adequado de fertilizantes e controle de pragas, garantiu o aumento da produtividade, refletindo diretamente no volume recorde de produção.
O Protagonismo de Mato Grosso na Produção Nacional e Global
Mato Grosso se destaca como o maior produtor de milho de segunda safra do Brasil, com participação de 49% da produção nacional. O impacto é global, com o estado respondendo por aproximadamente 4% da oferta mundial do grão. Esse volume significativo fortalece a posição do Brasil como o terceiro maior produtor de milho do mundo, contribuindo para o abastecimento de diversos mercados internacionais.
O Impacto Econômico e Logístico para Mato Grosso
Os excelentes números da safra de milho não apenas beneficiam os produtores locais, mas também têm implicações econômicas profundas para o estado e o país. De acordo com a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia, Linacis Silva Vogel Lisboa, os resultados demonstram a alta tecnologia empregada pelos produtores e refletem ganhos de produtividade e competitividade. O desempenho fortalece o setor logístico, amplia as exportações e gera mais circulação de divisas, consolidando Mato Grosso como motor econômico do Brasil.
Perguntas e Respostas:
Perguntas frequentes
A produção de milho cresceu 12,9%, alcançando 55,1 milhões de toneladas.
A área plantada foi de 7,28 milhões de hectares, um aumento de 3,3% em relação ao ciclo anterior.
O estado responde por 49% da produção nacional e cerca de 4% da oferta global do grão.

