O Brasil perdeu por 2 a 1 para a Noruega neste domingo (5). Com isso, deixou a Copa do Mundo de 2026 nas oitavas de final. O duelo ocorreu em Nova Jersey, nos Estados Unidos, e aumentou a frustração da torcida brasileira. Além disso, abriu nova cobrança sobre a Seleção Brasileira. Haaland marcou duas vezes para os noruegueses, enquanto Neymar descontou em cobrança de pênalti na etapa final. No entanto, o gol não mudou o destino da equipe. Assim, a canarinho deu adeus ao Mundial mais cedo e manteve viva uma espera que já dura desde 2002.

Derrota encerra campanha brasileira nas oitavas
A eliminação teve peso esportivo e emocional para o Brasil. Afinal, a Seleção entrou em campo com pressão alta por resultado e precisava responder às críticas das fases anteriores. Porém, a Noruega aproveitou melhor as chances e construiu vantagem com o protagonismo de Haaland. Em seguida, Neymar marcou de pênalti e reacendeu a esperança brasileira. Ainda assim, o time não conseguiu transformar volume em reação efetiva. Dessa forma, o apito final confirmou a queda e ampliou o debate sobre desempenho, planejamento e renovação. Agora, a comissão técnica precisa explicar escolhas, corrigir falhas e apresentar caminhos para um novo ciclo.
Tabu contra europeus aumenta após nova queda
Além da eliminação, o resultado reforçou um tabu incômodo em Copas. Com a derrota para a Noruega, o Brasil acumulou seis quedas consecutivas contra seleções europeias em jogos de mata-mata do Mundial. A última vitória brasileira contra um rival europeu nessa fase continua sendo a final de 2002, contra a Alemanha. Portanto, o revés deste domingo ganhou um significado maior que o placar. Ele expôs novamente a dificuldade da Seleção em superar equipes europeias em momentos decisivos. Por fim, o Brasil encerrou mais uma campanha sem título e aumentou a cobrança por respostas concretas. Além disso, a queda reacendeu discussões sobre renovação, liderança e capacidade competitiva contra rivais do continente europeu.
